
Ipiaú amanheceu com um forte amparo policial, com a presença das Polícias Civil, Militar e Federal, e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia, com o apoio da Secretaria de Administração Prisional (SEAP), realiza nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025, a significativa Operação Alta Potência 2. Esta mobilização visa desarticular um grupo criminoso de alta periculosidade com conexões interestaduais, demonstrando a importância da coordenação entre diferentes forças de segurança e esferas de governo no combate ao crime organizado.
Mandados judiciais estão sendo executados em diversas cidades da Bahia, concentrando na cidade de Ipiaú e municípios vizinhos como Ibirataia, Jequié, Itagibá, Ubatã, Gandu, além de abranger polos como Ilhéus, Porto Seguro e a capital Salvador. A abrangência da operação não se restringe ao estado, estendendo-se a São Paulo, com ações em Guarulhos e Franca, Minas Gerais, na cidade de Sacramento, e Santa Catarina, em Barra Velha, reforçando o caráter interestadual da investigação e do grupo criminoso alvo.
O grupo investigado possui ligação direta com uma organização criminosa de origem paulista, com um vasto e violento portfólio de atividades ilícitas. Entre os crimes apurados estão o tráfico de drogas e armas, a prática de homicídios e a complexa lavagem de dinheiro, o que sublinha a necessidade de uma resposta coordenada e enérgica por parte do Estado. As investigações que culminaram nesta operação foram intensificadas a partir de fevereiro de 2025, um marco importante após a captura do líder da organização. Este indivíduo estava homiziado no município de Barra Velha, em Santa Catarina, quando foi detido por equipes policiais da Bahia e de Santa Catarina, o que claramente forneceu dados cruciais para a deflagração da Operência Alta Potência 2.
Cerca de 250 agentes de segurança pública, compostos por policiais das Forças Estaduais e Federais, estão engajados na Operação Alta Potência 2. Este contingente expressivo reflete a magnitude e a seriedade da ação, que busca não apenas prender indivíduos, mas também desestruturar as bases financeiras e operacionais de um grupo criminoso que impacta a segurança pública em múltiplos estados brasileiros, com a Bahia na liderança deste esforço de combate
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